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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


Ah, Poetinha...



Pois é. Vi o filme.

Achando que era impossível ver e Amar mais.

 

Mas logo vejo que quero mais.

PS: Seja quemcomo for....



Escrito por ´´Poeta`` às 02h18
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Vai!...



Vai?



Escrito por ´´Poeta`` às 08h29
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Verdade DeScente

 

Longo caminho atravessei

Até chegar ao riacho

Ali embaixo o silêncio reinava

Quando acabei com o marasmo

 

Mas que estardalhaço fez

Minha alma ao descer o penhasco

 

Encontrou os Ossos em estilhaços

 

Só que as Lágrimas não entendiam

O porquê da fragilidade

 

Afinal foi seu próprio pulo

Que arrefeceu o fervente Sangue

 

E nas calmas águas derramou...

 

As Lágrimas

O Sangue

Os Ossos



Escrito por ´´Poeta`` às 08h18
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Bebes sem Comes

 

Caneta na mão

Cachorra no pé

Dor no meu peito

 

Eu na contramão

Abusei da fé

Estou tão desfeito

 

Durmo no chão

Sem cafuné

Num canto estreito

 

Não tenho razão

Culpa do mé

Bebum sem jeito...



(é velho mas tá valendo...)


Escrito por ´´Poeta`` às 13h23
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Liberdade?...

 

“Somente são livres as crianças, os loucos e os artistas: não há nessas pessoas prisão a qualquer parâmetro ou ordem social”



Escrito por ´´Poeta`` às 13h49
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Suco de Maçã

 

Abri mão de colocar apenas textos musicais ou literários nessa nova fase do blog. Incluí até um pouco de proibidíssimo utilitarismo para expor uma linha de raciocínio que me veio, surpreendentemente, hoje.

 

Vamos lá....

 

Marx costumava dizer que a história se repete. Ao menos a história do coletivo. Mas as estórias das pessoas... não sei não.

 

Não que algo de palpável tenha acontecido na minha vida, pelo contrário. Ela está margarina.

 

Mas margarina também faz bolo de morango, torta de maçã – não necessariamente apenas engordura o pão para ser melhor digerido.

 

Meu Deus...

 

“Se esse amor ficar entre nós dois
Vai ser tão pobre amor, vai se gastar

Se eu te amo e tu me amas
E um amor a dois profana
O amor de todos os mortais
Porque quem gosta de maçã
Irá gostar de todas
Porque todas são iguais

Se eu te amo e tu me amas
E outro vem quando tu chamas
Como poderei te condenar
Infinita tua beleza
Como podes ficar presa
Que nem santa no altar

Quando eu te escolhi para morar junto de mim
Eu quis ser tua alma, ter seu corpo, tudo enfim
Mas compreendi que além de dois existem mais

O amor só dura em liberdade
O
ciúme é só vaidade
Sofro mas eu vou te libertar
O que é que eu quero se eu te privo
Do que eu mais venero
Que é a beleza de deitar”

 

(Raul Seixas – A Maçã)

 

 

Pois é... vai saber... E entender então?

 

Entenderam?



Escrito por ´´Poeta`` às 12h53
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Sem Ela

 

Com ela eu vivi

A alegria

Que se escondia

Por detrás da minha tristeza

 

Com ela foi que vi

Que a agonia

Sem aquele Amor

Minha alma não agüenta

 

(Refrão):

Meu Amor

Saiba que meus dias

São muito mais

Você que a Boêmia

Meu Amor

Nada me inebria

Nem cachaça ou putaria

Sem você

 

E se hoje pudesse

Jamais faria

A velha folia

Que tanto ela atormenta

 

Por mais que eu quisesse

Nada traria

Todo calor

Dos braços do Meu Amor

 

(Refrão)



Escrito por ´´Poeta`` às 10h08
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Rafa Ela

 

Mais que amiga

Amiga nossa

Amiga sim

Que nos suporta

Os costumes

Anedotas

 

Rafota

Mais que amiga

Que nos diga

O pesar do dia

 

Rafa

Sempre presente

Não se afaste

Sê onipresente

 

Rafotex

Não és mentex

De farol

És presente

Luz do sol

 

Rafaela

Bela

A vida singela

É melhor com ela...



Escrito por ´´Poeta`` às 04h03
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Todo só

Que se diz feliz

Mentiroso o é,

Ou nunca Amou.

 

Sofro só

Que foi que fiz

Com minha mulher?

Fui eu quem errou.

 

Hoje, só

Sou aprendiz

Do que não se quer.

Só choro restou...

 

Alegria só

Se ela me diz,

Um dia, qualquer...

Que me perdoou



Escrito por ´´Poeta`` às 03h19
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