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Meu Perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, MOOCA, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Sexo, Bebidas e vinhos
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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade
Eu acredito que hipocrisia mata...

E tenho certeza que não tenho vocação para suicida!
PS: Censurei a foto anterior - quem viu viu, quem não viu dane-se.
Escrito por Poeta às 04h14
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Chico sempre bom...
(não podia faltar buarquechiquinho nessas
viagens)

Sim, vai e
diz Diz assim Que eu chorei Que eu morri De arrependimento Que o
meu desalento Já não tem mais fim Vai e diz Diz assim Como
sou Infeliz No meu descaminho Diz que estou sozinho E sem saber de
mim
Diz que eu estive
por pouco Diz a ela que estou louco Pra perdoar Que seja lá como
for Por amor Por favor É pra ela
voltar
Sim, vai e
diz Diz assim Que eu rodei Que eu bebi Que eu caí Que eu não
sei Que eu só sei Que cansei, enfim Dos meus desencontros Corre e
diz a ela Que eu entrego os pontos
Escrito por Poeta às 13h44
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Neruda
(ele é outro presente que humanidade
ganhou)

É assim que te
quero, amor, assim, amor, é que eu gosto de ti, tal como te vestes e
como arranjas os cabelos e como a tua boca sorri, ágil como a
água da fonte sobre as pedras puras, é assim que te quero, amada, Ao
pão não peço que me ensine, mas antes que não me falte em cada dia que
passa. Da luz nada sei, nem donde vem nem para onde vai, apenas quero
que a luz alumie, e também não peço à noite explicações, espero-a e
envolve-me, e assim tu pão e luz e sombra és. Chegastes à minha
vida com o que trazias, feita de luz e pão e sombra, eu te
esperava, e é assim que preciso de ti, assim que te amo, e os que
amanhã quiserem ouvir o que não lhes direi, que o leiam aqui e retrocedam
hoje porque é cedo para tais argumentos. Amanhã dar-lhes-emos
apenas uma folha da árvore do nosso amor, uma folha que há-de cair sobre a
terra como se a tivessem produzido os nosso lábios, como um beijo
caído das nossas alturas invencíveis para mostrar o fogo e a ternura de
um amor verdadeiro.
Escrito por Poeta às 19h28
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Mestre Tom
(simplesmente genial, perfeita essa
música)

Se eu pudesse por
um dia Esse amor, essa alegria Eu te juro, te daria Se pudesse esse
amor todo dia Chega perto, vem sem medo Chega mais meu coração Vem
ouvir esse segredo Escondido num choro canção Se soubesses como eu gosto
Do teu cheiro, teu jeito de flor Não negavas um beijinho A quem anda
perdido de amor Chora flauta, chora pinho Choro eu o teu cantor
Chora manso, bem baixinho Nesse choro falando de amor
Quando
passas, tão bonita Nessa rua banhada de sol Minha alma segue aflita
E eu me esqueço até do futebol Vem depressa, vem sem medo Foi pra ti
meu coração Que eu guardei esse segredo Escondido num choro canção
Lá no fundo do meu coração
Escrito por Poeta às 16h16
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Soneto do Amor Total
(homenagem ao Vini Poetinha, que tanto me acolhe e anima)

Amo-te tanto, meu amor... não cante O humano coração com mais verdade... Amo-te como amigo e como amante Numa sempre diversa realidade
Amo-te afim, de um calmo amor prestante, E te amo além, presente na saudade. Amo-te, enfim, com grande liberdade Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente, De um amor sem mistério e sem virtude Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim muito e amiúde, É que um dia em teu corpo de repente Hei de morrer de amar mais do que pude.
Escrito por Poeta às 18h50
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Ode ao Amor Romântico
(versão inacabada mas desde já dedicada à Mariana)

Relação Homem Mulher
Espirituosa é e cuidado requer
Pois precisa ser enigmática
Ao mesmo tempo pragmática
Pois em dia de revés
Um termina num viés
Os corpos se separam
E cabeças desatinam
Depois vem a saudade
E o fogo logo invade
Eis que o espiritualismo
Vira logo fetichismo
Num passe de mágica
Vem a atração cósmica
E os dois se lambuzam
Se usam e abusam
E depois num olhar
Sentem tudo voltar
Espíritos e fascínios
Bem como os delírios
Sempre malfadados
Devem ser evitados
Para viver em plenitude
Com amor e com saúde
Sendo junção perfeita
Onde ela se deleita
E ele se entrega
Ao amor sem regra
Pois a regra é ele próprio
Sem vício e sem ócio
Perfeito e raro esplendor Assim te espero meu Amor
Escrito por Poeta às 12h12
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Chave – parte II

“Homens e mulheres exigem coisas impossíveis de seus relacionamentos: nós realmente acreditamos, inconscientemente, que esse ser humano mortal tem a obrigação de nos manter sempre felizes, de tornar nossa vida significativa, vibrante, plena de êxtase!”
“Nós sempre misturamos romance com sexo e casamento. Mas o principal conceito que não se modificou no decorrer dos séculos é a nossa crença inconsciente de que o ‘amor verdadeiro’ deve ser uma adoração religiosa mútua tão irresistível, que nos faça sentir que todo o céu e a terra nos são desvelados através deste amor.”
Excertos de “We”, de Robert A. Johnson – com pequenas alterações
Escrito por Poeta às 18h56
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Chave - parte
I

“O fantasma de
Duque Morgan nos desperta uma profunda realidade psicológica: Nenhum aspecto da psique humana pode viver
num estado saudável a não ser que seja equilibrado por seu oposto
complementar. Se a psique masculina tenta viver sem sua “outra metade”, a
alma feminina, então o masculino se torna desequilibrado, doente e, finalmente,
monstruoso. Poder sem amor torna-se brutalidade. Sentimento sem força
masculina torna-se sentimentalismo
adocicado.”
“A espada não
é capaz de construir relacionamentos; ela não pode resolver coisa alguma, não
pode unir as coisas; ela só consegue rasgar. Se você quiser “juntar os
pedaços” e construir um bom relacionamento, então vai precisar aprender a usar a
linguagem da harpa. Você precisa dar segurança à outra pessoa, expressar seu
amor, seus sentimentos e sua dedicação. Esta é uma lei absoluta: a espada fere e
separa; a harpa une e cicatriza.”
Excertos de “We”, de Robert A. Johnson – grifos
meus.
Escrito por Poeta às 05h27
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Ô Seresta da boa...
(só tenho escutado velharia
ultimamente...)

Eu amanheço
pensando em ti, Eu anoiteço pensando em ti, Eu não te esqueço, É dia e
noite pensando em ti,
Eu vejo a vida
pela luz dos olhos teus Me deixe ao menos Por favor pensar em Deus
Nos cigarros que
eu fumo Te vejo nas expirais Nos livros que eu tento ler Em cada frase
tu estas
Nas orações que
eu faço Eu encontro os olhos teus Me deixe ao menos por favor pensar em
Deus
Escrito por Poeta às 18h29
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Renúncia
(autor desconhecido)

A renúncia não vai ser
Paciência, desistência
Desses males do viver
No dia que eu me encontrar
Com coragem para dar mais
Mais Amor para você
Movimentos, ferimentos, vão sangrar
E a loucura, tão amiga, viajar
No dia que eu me encontrar com bravura
Para entender o que é Amar
Tudo passa, tudo passa
É o que eu vivo a escutar
Se passa, tudo bem
Mas você há de ficar
No dia que me encontrar com ternura E razão para nos amar
Escrito por Poeta às 14h01
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Da fina flor da velha guarda...
Noel.
É peso, estou
pesado O meu viver é uma sentença Que eu fui condenado a cumprir Esta
pena o remorso condena Eu serei sentenciado
Se eu soubesse que a
saudade Não se esquece nem querendo Não deixava essa amizade Para não
ficar sofrendo Hoje eu quero e não me queres, E o remorso que me
invade É saber que tu preferes Morrer longe de saudade
E quando a
lua descampa Um pandeiro a batucar Saio da roda do samba Pra ninguém me
ver chorar Ao azar hoje me entrego Quem tem peso tem azar Mas o peso
que eu carrego É a pena de te amar
Escrito por Poeta às 09h08
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Mais Adelino

Nós brigamos e ela partiu, Não faltou quem me chamasse culpado, As nossas brigas de amor ninguém viu, Mas meu retrato de mau foi pintado, Hoje tudo volta a estaca zero, Meu amor voltará para mim, E a justiça do céu vai provar, No dia que ela voltar, Que afinal eu não fui tão ruim, Mulheres, mulheres quem as conhece, Rezam a Deus uma prece, Ao demônio outras iguais, As vezes a mulher que nos encanta, Vestindo um manto de santa, É demônio nada mais.
Escrito por Poeta às 23h10
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Ê
Adelino...

Só não se
esqueça Que você foi minha um dia Diga que já não me quer Negue que me
pertenceu Que eu mostro a boca molhada Ainda marcada pelo beijo seu
Mas Ned já dizia
que tudo passa.
Tudo
passará.
E ninguém disse
que ia ser fácil.
A loucura faz
cada coisa...
Ê canetadas entre
conhaque!
Escrito por Poeta às 15h08
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O banheiro

Acendo a luz do banheiro
O espelho me traz um fantasma
Muito mais bonito e bem sucedido
Com as mesmas feições
Mas com mais brilho nos olhos
Mais corado, mais feliz
E muito mais disposição
Creme de barbear no rosto
Olho os pelos da barba caindo
Descendo pelo ralo
Me faço um corte
Papel higiênico para estancar
Jogo na lixeira do canto
Uma tossida fulminante
Escarro na privada
Dou descarga e vejo ir embora
Tudo menos o fantasma
Que eu tanto tentei matar
Nos últimos meses, anos
Insistindo no descabido
Quase matei a mim mesmo
No banheiro da minha vida...
Escrito por Poeta às 14h32
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