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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


Eu acredito que hipocrisia mata...

 


 

E tenho certeza que não tenho vocação para suicida!

PS: Censurei a foto anterior - quem viu viu, quem não viu dane-se.



Escrito por Poeta às 04h14
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Chico sempre bom...

(não podia faltar buarquechiquinho nessas viagens)

 

 

Sim, vai e diz
Diz assim
Que eu chorei
Que eu morri
De arrependimento
Que o meu desalento
Já não tem mais fim
Vai e diz
Diz assim
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim

Diz que eu estive por pouco
Diz a ela que estou louco
Pra perdoar
Que seja lá como for
Por amor
Por favor
É pra ela voltar

Sim, vai e diz
Diz assim
Que eu rodei
Que eu bebi
Que eu caí
Que eu não sei
Que eu só sei
Que cansei, enfim
Dos meus desencontros
Corre e diz a ela
Que eu entrego os pontos



Escrito por Poeta às 13h44
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Neruda

(ele é outro presente que humanidade ganhou)

 

 

É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amada,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço à noite explicações,
espero-a e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes à minha vida
com o que trazias,
feita
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há-de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo caído
das nossas alturas invencíveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.



Escrito por Poeta às 19h28
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Mestre Tom

(simplesmente genial, perfeita essa música)

 

 

 

Se eu pudesse por um dia
Esse amor, essa alegria
Eu te juro, te daria
Se pudesse esse amor todo dia
Chega perto, vem sem medo
Chega mais meu coração
Vem ouvir esse segredo
Escondido num choro canção
Se soubesses como eu gosto
Do teu cheiro, teu jeito de flor
Não negavas um beijinho
A quem anda perdido de amor
Chora flauta, chora pinho
Choro eu o teu cantor
Chora manso, bem baixinho
Nesse choro falando de amor

Quando passas, tão bonita
Nessa rua banhada de sol
Minha alma segue aflita
E eu me esqueço até do futebol
Vem depressa, vem sem medo
Foi pra ti meu coração
Que eu guardei esse segredo
Escondido num choro canção
Lá no fundo do meu coração



Escrito por Poeta às 16h16
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Soneto do Amor Total

(homenagem ao Vini Poetinha, que tanto me acolhe e anima)

 

 

 

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.



Escrito por Poeta às 18h50
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Ode ao Amor Romântico

(versão inacabada mas desde já dedicada à Mariana)

 

 

 

Relação Homem Mulher

Espirituosa é e cuidado requer

Pois precisa ser enigmática

Ao mesmo tempo pragmática

Pois em dia de revés

Um termina num viés

Os corpos se separam

E cabeças desatinam

Depois vem a saudade

E o fogo logo invade

Eis que o espiritualismo

Vira logo fetichismo

Num passe de mágica

Vem a atração cósmica

E os dois se lambuzam

Se usam e abusam

E depois num olhar

Sentem tudo voltar

Espíritos e fascínios

Bem como os delírios

Sempre malfadados

Devem ser evitados

Para viver em plenitude

Com amor e com saúde

Sendo junção perfeita

Onde ela se deleita

E ele se entrega

Ao amor sem regra

Pois a regra é ele próprio

Sem vício e sem ócio

Perfeito e raro esplendor

Assim te espero meu Amor

Escrito por Poeta às 12h12
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Chave – parte II

 

 

 

“Homens e mulheres exigem coisas impossíveis de seus relacionamentos: nós realmente acreditamos, inconscientemente, que esse ser humano mortal tem a obrigação de nos manter sempre felizes, de tornar nossa vida significativa, vibrante, plena de êxtase!”

 

 

“Nós sempre misturamos romance com sexo e casamento. Mas o principal conceito que não se modificou no decorrer dos séculos é a nossa crença inconsciente de que o ‘amor verdadeiro’ deve ser uma adoração religiosa mútua tão irresistível, que nos faça sentir que todo o céu e a terra nos são desvelados através deste amor.”

 

Excertos de “We”, de Robert A. Johnson – com pequenas alterações



Escrito por Poeta às 18h56
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Chave - parte I

 

 

 

“O fantasma de Duque Morgan nos desperta uma profunda realidade psicológica: Nenhum aspecto da psique humana pode viver num estado saudável a não ser que seja equilibrado por seu oposto complementar. Se a psique masculina tenta viver sem sua “outra metade”, a alma feminina, então o masculino se torna desequilibrado, doente e, finalmente, monstruoso. Poder sem amor torna-se brutalidade. Sentimento sem força masculina torna-se sentimentalismo adocicado.”

 

A espada não é capaz de construir relacionamentos; ela não pode resolver coisa alguma, não pode unir as coisas; ela só consegue rasgar. Se você quiser “juntar os pedaços” e construir um bom relacionamento, então vai precisar aprender a usar a linguagem da harpa. Você precisa dar segurança à outra pessoa, expressar seu amor, seus sentimentos e sua dedicação. Esta é uma lei absoluta: a espada fere e separa; a harpa une e cicatriza.”

 

Excertos de “We”, de Robert A. Johnson – grifos meus.



Escrito por Poeta às 05h27
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Ô Seresta da boa...

(só tenho escutado velharia ultimamente...)

 

 

 

Eu amanheço pensando em ti,
Eu anoiteço pensando em ti,
Eu não te esqueço,
É dia e noite pensando em ti,

Eu vejo a vida pela luz dos olhos teus
Me deixe ao menos
Por favor pensar em Deus

Nos cigarros que eu fumo
Te vejo nas expirais
Nos livros que eu tento ler
Em cada frase tu estas

Nas orações que eu faço
Eu encontro os olhos teus
Me deixe ao menos por favor pensar em Deus



Escrito por Poeta às 18h29
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Renúncia

(autor desconhecido)

 


A renúncia não vai ser

Paciência, desistência

Desses males do viver

 

No dia que eu me encontrar

Com coragem para dar mais

Mais Amor para você

Movimentos, ferimentos, vão sangrar

E a loucura, tão amiga, viajar

No dia que eu me encontrar com bravura

Para entender o que é Amar

 

Tudo passa, tudo passa

É o que eu vivo a escutar

Se passa, tudo bem

Mas você há de ficar

No dia que me encontrar com ternura

E razão para nos amar

Escrito por Poeta às 14h01
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Da fina flor da velha guarda... Noel.

 


É peso, estou pesado
O meu viver é uma sentença
Que eu fui condenado a cumprir
Esta pena o remorso condena
Eu serei sentenciado

Se eu soubesse que a saudade
Não se esquece nem querendo
Não deixava essa amizade
Para não ficar sofrendo
Hoje eu quero e não me queres,
E o remorso que me invade
É saber que tu preferes
Morrer longe de saudade

E quando a lua descampa
Um pandeiro a batucar
Saio da roda do samba
Pra ninguém me ver chorar
Ao azar hoje me entrego
Quem tem peso tem azar
Mas o peso que eu carrego
É a pena de te amar



Escrito por Poeta às 09h08
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Mais Adelino



Nós brigamos e ela partiu,
Não faltou quem me chamasse culpado,
As nossas brigas de amor ninguém viu,
Mas meu retrato de mau foi pintado,
Hoje tudo volta a estaca zero,
Meu amor voltará para mim,
E a justiça do céu vai provar,
No dia que ela voltar,
Que afinal eu não fui tão ruim,
Mulheres, mulheres quem as conhece,
Rezam a Deus uma prece,
Ao demônio outras iguais,
As vezes a mulher que nos encanta,
Vestindo um manto de santa,
É demônio nada mais.



Escrito por Poeta às 23h10
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Ê Adelino...

 

 

Só não se esqueça
Que você foi minha um dia
Diga que já não me quer
Negue que me pertenceu
Que eu mostro a boca molhada
Ainda marcada pelo beijo seu

Mas Ned já dizia que tudo passa.

Tudo passará.

 

E ninguém disse que ia ser fácil.

 

A loucura faz cada coisa...

 

Ê canetadas entre conhaque!



Escrito por Poeta às 15h08
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O banheiro

 


Acendo a luz do banheiro

O espelho me traz um fantasma

Muito mais bonito e bem sucedido

Com as mesmas feições

Mas com mais brilho nos olhos

Mais corado, mais feliz

E muito mais disposição

 

Creme de barbear no rosto

Olho os pelos da barba caindo

Descendo pelo ralo

 

Me faço um corte

Papel higiênico para estancar

Jogo na lixeira do canto

 

Uma tossida fulminante

Escarro na privada

 

Dou descarga e vejo ir embora

Tudo menos o fantasma

Que eu tanto tentei matar

Nos últimos meses, anos

 

Insistindo no descabido

Quase matei a mim mesmo

No banheiro da minha vida...



Escrito por Poeta às 14h32
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