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Meu Perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, MOOCA, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Sexo, Bebidas e vinhos
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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade
Canetadas IV
(rima fraca, boa idéia – ‘also from’ Pandora)

Quando tiver uma boa idéia
Logo escreva
Não existem dois momentos iguais
E nem sempre se lembra do que se passou
Ponha no papel
E pronto, guardado estará
Inspiração só é útil quando não se diz não
E canetas sempre estarão às mãos
Antes vários equívocos a um senão
Faço o tempo, não nasci em vão
Sempre busco, nunca perco
A Minha Inspiração
Escrito por Poeta às 15h50
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Canetadas III
(Pandora, Pandora, o que não sai de ti?)

Minha caneta está a todo vapor
Vapor
Calor
Fervor
Terror
Amor
Pudor
Pudor???
Vou pro inferno!
Vem comigo?
Escrito por Poeta às 13h41
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Tallah! Sim, Tallah!!!!!
(vai pra você F.... hahhahaha)

Por tanto amor Por tanta emoção A vida me fez assim Doce ou atroz Mansa ou feroz Eu caçadora de mim
Presa a canções Entregue a paixões Que nunca tiveram fim Vou me encontrar Longe do meu lugar Eu, caçadora de mim
Nada a temer senão o correr da luta Nada a fazer senão esquecer o medo Abrir o peito a força, numa procura Fugir as armadilhas da mata escura
Longe se vai Sonhando demais Mas onde se chega assim Vou descobrir O que me faz sentir Eu, caçadora de mim
Escrito por Poeta às 03h26
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Canetadas II
(antiga de Pandora, mas per te)

Não há consolação anterior
Ao fato que a gerou
E só existem descontrolados
Que precisam de consolação
Consolação, rua
Rua da Consolação
Consolo em ver zerado
O velocímetro do carro
Após ver na calçada um infarto
Sim, imagens também enfartam
Mas apenas é uma pena
Que isso só se dê
Graças à (cerveja da) vida
Para o cotidiano não há safena
Apenas a despretensiosa caneta cirurgiã
E a medicinal pretensão da alma
Na existência afã e sã
Escrito por Poeta às 02h02
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Anyway, Buinha...

De todas as
maneiras que há de amar Nós já nos amamos Com todas as palavras feitas pra
sangrar Já nos cortamos Agora já passa da hora, tá lindo lá fora Larga
a minha mão, solta as unhas do meu coração Que ele está apressado E
desanda a bater desvairado Quando entra o verão
De todas as maneiras
que há de amar Já nos machucamos Com todas as palavras feitas pra
humilhar Nos afagamos Agora já passa da hora, tá lindo lá fora Larga a
minha mão, solta as unhas do meu coração Que ele está apressado E desanda
a bater desvairado Quando entra o verão
Escrito por Poeta às 02h01
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Hahahaha... Toca mais Raul!
Eu quero é ver você sorrir Às 4 e meia da manhã Com a cara linda de dormir Se espreguiçando no divã
Olhando prá mim Sem ter ponta de cigarro no cinzeiro Fugindo de mim Disfarçando e se escondendo no banheiro
Eu quero é ver
Eu quero é ver...
Eu quero ver você mexer
Eu quero é ver você pedir Querendo mais quando acabar Eu quero é ver você sentir Vontade de me machucar
Dizendo que sim Que eu faço e aconteço o dia inteiro Em pé prá assumir Eu e tu fazendo yoga no chuveiro
Eu quero é ver Eu quero é ver....
Quero ver você mexer
Os pauzinhos
Com cuidado...
Escrito por Poeta às 18h39
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E Toca Raul!

Não me pergunte
por que Quem-Como-Onde-Qual-Quando-O Que Deus, Buda, O tudo, O nada, O
ocaso, O cosmo Como o cosmonauta busca o nado, o nada Seja lá o que for,
já é
Não me obrigue a comer O seu escreveu não leu Antes de ler o
livro que o guru lhe deu Você tem que escrever o seu
Chega um ponto
que eu sinto que eu pressinto Lá dentro, não do corpo, mas lá
dentro-fora No coração e no sol, no meu peito eu sinto Na estrela, na
testa, eu farejo em todo o universo Que eu to vivo, vivo, vivo como uma
rocha
E eu não
pergunto Porque já sei que a vida não é uma resposta E se eu aconteço aqui
se deve ao fato de eu simplesmente ser
Mas todo mundo explica Explica,
Freud, o padre explica, Krishnamurti ta vendendo A explicação na livraria,
que lhe faz a prestação Que tem Platão que explica, que explica tudo tão bem
vai lá que Todo mundo explica
Protestante,
o auto-falante, o zen-budismo, Brahma, Skol Capitalismo oculta um cofre de
fá, fé, fi, finalismo Hare Krishna, e dando a dica enquanto aquele
papagaio Curupaca e implica Com o carimbo positivo da ciência que aprova e
classifica
O que é que a ciência tem? Tem lápis de calcular Que é
mais que a ciência tem? Borracha prá depois apagar Você já foi ao espelho,
nega? Não? Então vá!
Escrito por Poeta às 12h23
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Canetadas I
(reciclagem de coisas antigas da Pandora)

Um pretensioso
dia
Uma
despretensiosa caneta
Uma pretensiosa
alma
Uma
despretensiosa vida
Eis que ela
surge
Eis que surge a
poesia
Surge a
incontrolável fúria
Dos
descontrolados sentimentos
Aflorado de
incontroláveis momentos
Qual momento
é
O que
escrevo
Mal sei às
vezes
Mas isto me traz
contentamento
Que a falta não
sustento
E na vida não
encontro
Poços de
lamentos
Inundações de
emoções
Lamúrias e
suspiros
Há em todos
corações
A diferença é que
alguns só vivem
Outros
simplesmente escrevem
Raros loucos
fazem os dois...
Para só sofrer
depois
Escrito por Poeta às 11h29
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Dança
(Pandora, fonte inegostável...)

Tem gente que dança espetacularmente
Vai, vem, sobe, desce, perna, braço, passo
Maravilha
Tem gente que brinca de dançar
Olha, ri, pula, salta, pisa e é pisado
Sempre engraçado.
Tem gente tímida que nem arrisca
Senta, olha, desvia, levanta, senta, levanta, cansa
Marasmo
Tem gente que dança tresloucada
Dá sempre três pulos ao quadrado por segundo
Só espanta.
Acontece que a dança da vida
É salsa, é rock, é samba, é tango,
É choro, é reggae é funk, é mambo
É jazz, é axé, é blues, é valsa...
E cada momento é um ritmo diferente
E cada pessoa é uma canção diferente
E é preciso sempre
Dançar conforme a música
Na trilha sonora da vida...
Ou se dança
Ou se busca o ritmo
Ou se cai
Escrito por Poeta às 11h23
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Past, past, pasts
(Leinad Ateop)

Portraits always show pasts
That we want to remember
Memories often show pasts
That we want to surrender
Suffering never show pasts
That we want to believe
Escrito por Poeta às 11h22
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Fuck
(Leinad
Ateop)

Sex is easy
Hard are the human relations
Everybody loves to fuck
Almost nobody fuck right
Because people are never happy
With the fucking relationships
Come on, fuck people
Why do people get in love?
Why do people marry?
We are animals!
And animals have instincts
Feelings are awesome
But also prejudice
Cause the more we feel
The less we fuck
Escrito por Poeta às 11h14
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What do we want?
(Leinad
Ateop)

Walking by the sea
Everything light will be
Walking around buildings
Heaviness you’ll see
Simply would be…
Spending days fishing
Hard will be…
Spending days working
Money we all want
But we never know the price
Of reaching our desires
What do we want?
Escrito por Poeta às 11h05
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Living Poetically
(Leinad Ateop)

What is the sense of poetry?
Many of you can suggest
I have mine
Yours can be my guest
Suffering
Laughing
Crying
Shouting
All is put together
Inside the pot of the heart
And then through the blood
Feelings reach your hands
But who can explain
The reaction of a brain
When by reading
You live everything again
Escrito por Poeta às 10h57
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Beer, whiskey and wine
(Leinad
Ateop)

Beer, whiskey and wine
They should be divine
All the time, I know
But also know that sometimes
They are the escapade I go
To meet all those things
That went out a long ago
Beer, whiskey and wine
Sometimes make me blue
Sometimes make me insane
But I know all the shame
Of being out of the nine
Or being completely alone
Escrito por Poeta às 10h43
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End
(Leinad Ateop)

If you feel the end is near
Let it end
There is no way
If it’s the end
Do not say it is my way
The way is over
And there is just the end
Yes, my friend, the end
Less Sinatra, more Doors
It is the way to go across
Escrito por Poeta às 10h32
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Accepting
(Leniad Ateop)

If I don’t believe in me
Who can I believe?
If trust is something strange
Who will trust me?
My words have no value
So empty will be yours
In this world everything changes
And always different we will be
The game of life has no contract
And people have no manual
Wake up dear fools
Yours days are yours rules
Escrito por Poeta às 03h26
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Goddamm Consciousness
(Leinad Ateop)

Is the end near?
I swear I don’t know
And there’s no know-how
Where should I go
Will I get there?
I expect I’ll do
But losing consciousness
I’ll never get through
If not a matter of time
Things seems a matter of a song
That never reaches
Her expected tongue
God, please tell me
If at last once more
I’ll feel me inside her
Or if I won't live anymore
Escrito por Poeta às 03h10
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Unaffordable
(de Leinad Atoep, estou apaixonado pela escrita deste cara!)

I suppose I am dieing
Everything is rotten or nonsense
All smells like custard
And I just can’t afford
It’s not only the fact of losing her
It’s a matter of losing me
I simply don’t know who I am
I simply don’t know why I cry
And if once I could live my past…
If only I could leave my past!
If only I could touch her
If once I could feel me
But I can not
I just can not
Simply I can not
I can not live
And I can not leave…
Dieing
Escrito por Poeta às 03h02
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Chupa, filha da puta!
(não costumo colocar coisas personalíssimas neste espaço, mas precisava desabafar essa!)

Aquela desgraçada, que eu pisava todo dia e ela ria, gargalhava da minha cara hoje se fodeu, tomou no cú gostoso.
Aquela figura arredondada, que me lembrava todo dia do meu trauma, desapareceu, foi pros quintos do inferno, pro mundo paralelo das coisas que caem – e a maldita olhou pra mim com uma cara de quem diz “ok, você venceu... batata frita”!
Ah, você se pergunta “do que este louco está falando”? Explico, com prazer. A rapariga que vive sob mim, que xingo, até cuspo às vezes, chama-se balança. A forma arredondada que a filha da puta me mostrava todo dia, há meses, era um 8, o EX primeiro número do meu peso. E pensar que há três meses era um 9, não seguido de 0 nem de 1, 2 ou 3...
7!!! Sim, 7. Ás 8 da manha estava lá meu 7. E com direito à IMC de dar inveja. Era de obesidade. Foi para sobrepeso. E agora PESO SAUDÁVEL! Adeus calças 50! Bem vindas 42... Adeus camisetas XL! Bem vindas queridas M. Que fase!...
(PS: hahahahahaha... que bizarro esse post!)
Escrito por Poeta às 13h54
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O mundo das coisas que caem
(a autoria é de Mariana Salomão Carrara e eu, sem pedir permissão, adaptei. Espero que a autora não fique brava por isso – se ela quiser eu retiro. O original está disponível em www.opm.blogger.com)

Sinto uma saudade estranha
Que vem de dentro
Grita por trás
E me chama lá na frente
Saudade das coisas que foram
E saudades das coisas que virão
Esfaqueia-me por todos os lados
E nunca sei dizer bem onde é que dói
Saudade do que não consegui
De todas as chances que eu perdi
Das oportunidades que não tive
Todas as pequenas coisas caíram ao chão
Nunca foram encontradas
Bombons, salgadinhos, brincos, pingentes, clipes
Tudo sumiu aos poucos e agora dá mais saudade
A mulher que cria minha
Sempre dá saudade
Porque eu quero mais e mais
Mas ela é outra das coisas que caíram
E foram para o mundo das coisas que caem
Lembro o rosto íntimo dizendo esse absurdo
Numa risada profunda
Vai chacoalhando tudo por dentro
E a gargalhada já me molha os olhos
E percebo que rio mesmo é de desespero
Confundi tudo
Era chorar o que eu queria, não rir
Procuro e procuro e não acho
As coisas que não voltam mais.
Quando me dou conta
Já perdi a aliança, o terço e os ponteiros
Os amigos, as festas e os músculos
Meu mundo é paralelo
A saudade me chama é de lá.
Escrito por Poeta às 16h08
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Ladies and Gentlemen, The Doors
(ok, a letra não é lá essas coisas, mas vale o
som...)

Well, I've been down so Goddamn long That it looks like up to
me Well, I've been down so very damn long That it looks like up to
me Why don't one of you people Come on and set me free
I said,
warden, warden, warden Won't you break your lock and key Yes, come along
here, mister Come on and let the poor boy be
Baby, baby, baby Won't
you get down on your knees Come on little darlin' Come on and give your
love to me, oh yes..
Well, I've been down so Goddamn long That it
looks like up to me Well, I've been down so very damn long That it looks
like up to me
Come on, come on and set me free
Escrito por Poeta às 15h48
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Mãos
dadas (ainda na mesma
viagem, não podia faltar C.D.A.!)

Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo
futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas
nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade. O
presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de
mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história, não
direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela, não distribuirei
entorpecentes ou cartas de suicida, não fugirei para as ilhas nem serei
raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os
homens presentes, a vida presente.
Escrito por Poeta às 16h22
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Televisor
Decrépito?
(sujeito a
mutações)

Tem dias que fico
com a impressão de ser uma televisão velha, daquelas de seletor redondo, que
sempre são encostadas em algum canto inútil da
casa.
Uma televisão
obsoleta, que por ter o plug de antena em U, não pode nem ao mesmo receber TV a
cabo, e se torna sem novidades – e ainda mais
desinteressante.
Sinto que tenho o
sinal fraco já, e por vezes oscilo, como quem quer apagar, numa imagem de cores
tristes, que somem diante das vibrantes cores de qualquer Plasma da
vida.
E o som então...
o som que de sai de dentro das minhas caixas empoeiradas já viraram barulho
diante do estéreo que as novas geringonças
produzem.
A acessibilidade
então parece piada. Meu seletor vive emperrando, enquanto os televisores novos,
até mesmo os chineses mais vagabundos, são acessados por controle
remoto.
No entanto...
algo me conforta. Eu tenho na minha alma toda a nostalgia dos tempos áureos da
televisão. Muita coisa que já mostrei jamais mostrarão de novo, ou sequer
parecido.
Além disso, minha
caixa é de madeira de lei. Se passar uma cera, brilho mais que qualquer outra. E
com aquela alegria que plástico nenhum no mundo
traz.
Por fim, ninguém teria
dó de me arrancar o miolo e montar um vaso, fazer brotar vida em mim. Ficaria
bonito, exótico - sou de madeira! Aqui os sentimentos afloram de
verdade...
Escrito por Poeta às 00h41
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Happy New Old Sad Beatles Year

I look at you all See the love there that's sleeping While
my guitar gently weeps
I look at the floor And I see it needs
sweeping Still my guitar gently weeps
I don't know why nobody told
you How to unfold your love I don't know how someone controlled
you They bought and sold you
I look at the world And I notice it's
turning While my guitar gently weeps
With every mistake We must
surely be learning Still my guitar gently weeps
I Look at you
all...
I don't know how you were diverted You were perverted too I
don't know how you were inverted No one alerted you
Look at you
all Still my guitar gently weeps
Escrito por Poeta às 00h03
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