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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


Canetadas IV

(rima fraca, boa idéia – ‘also from’ Pandora)



 

Quando tiver uma boa idéia

Logo escreva

Não existem dois momentos iguais

 

E nem sempre se lembra do que se passou

Ponha no papel

E pronto, guardado estará

 

Inspiração só é útil quando não se diz não

E canetas sempre estarão às mãos

Antes vários equívocos a um senão

 

Faço o tempo, não nasci em vão

Sempre busco, nunca perco

A Minha Inspiração



Escrito por Poeta às 15h50
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Canetadas III

(Pandora, Pandora, o que não sai de ti?)

 


Minha caneta está a todo vapor

 

Vapor

Calor

Fervor

Terror

Amor

Pudor

 

Pudor???

 

Vou pro inferno!

 

Vem comigo?



Escrito por Poeta às 13h41
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Tallah! Sim, Tallah!!!!!

(vai pra você F.... hahhahaha)




Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Mansa ou feroz
Eu caçadora de mim

Presa a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar
Longe do meu lugar
Eu, caçadora de mim

Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir as armadilhas da mata escura

Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçadora de mim



Escrito por Poeta às 03h26
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Canetadas II

(antiga de Pandora, mas per te)

 


Não há consolação anterior

Ao fato que a gerou

E só existem descontrolados

Que precisam de consolação

 

Consolação, rua

Rua da Consolação

Consolo em ver zerado

O velocímetro do carro

Após ver na calçada um infarto

 

Sim, imagens também enfartam

Mas apenas é uma pena

Que isso só se dê

Graças à (cerveja da) vida

 

Para o cotidiano não há safena

Apenas a despretensiosa caneta cirurgiã

E a medicinal pretensão da alma

Na existência afã e sã



Escrito por Poeta às 02h02
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Anyway, Buinha...




De todas as maneiras que há de amar
Nós já nos amamos
Com todas as palavras feitas pra sangrar
Já nos cortamos
Agora já passa da hora, tá lindo lá fora
Larga a minha mão, solta as unhas do meu coração
Que ele está apressado
E desanda a bater desvairado
Quando entra o verão

De todas as maneiras que há de amar
Já nos machucamos
Com todas as palavras feitas pra humilhar
Nos afagamos
Agora já passa da hora, tá lindo lá fora
Larga a minha mão, solta as unhas do meu coração
Que ele está apressado
E desanda a bater desvairado
Quando entra o verão



Escrito por Poeta às 02h01
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Hahahaha... Toca mais Raul!


 

 

Eu quero é ver você sorrir
Às 4 e meia da manhã
Com a cara linda de dormir
Se espreguiçando no divã


Olhando prá mim
Sem ter ponta de cigarro no cinzeiro
Fugindo de mim
Disfarçando e se escondendo no banheiro

Eu quero é ver

Eu quero é ver...

Eu quero ver você mexer

 

Eu quero é ver você pedir
Querendo mais quando acabar
Eu quero é ver você sentir
Vontade de me machucar


Dizendo que sim
Que eu faço e aconteço o dia inteiro
Em pé prá assumir
Eu e tu fazendo yoga no chuveiro

Eu quero é ver
Eu quero é ver....

Quero ver você mexer

Os pauzinhos

Com cuidado...



Escrito por Poeta às 18h39
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E Toca Raul!

 

Não me pergunte por que
Quem-Como-Onde-Qual-Quando-O Que
Deus, Buda, O tudo, O nada, O ocaso, O cosmo
Como o cosmonauta busca o nado, o nada
Seja lá o que for, já é

Não me obrigue a comer
O seu escreveu não leu
Antes de ler o livro que o guru lhe deu
Você tem que escrever o seu

Chega um ponto que eu sinto que eu pressinto
Lá dentro, não do corpo, mas lá dentro-fora
No coração e no sol, no meu peito eu sinto
Na estrela, na testa, eu farejo em todo o universo
Que eu to vivo, vivo, vivo como uma rocha

E eu não pergunto
Porque já sei que a vida não é uma resposta
E se eu aconteço aqui se deve ao fato de eu simplesmente ser

Mas todo mundo explica
Explica, Freud, o padre explica, Krishnamurti ta vendendo
A explicação na livraria, que lhe faz a prestação
Que tem Platão que explica, que explica tudo tão bem vai lá que
Todo mundo explica


Protestante, o auto-falante, o zen-budismo,
Brahma, Skol
Capitalismo oculta um cofre de fá, fé, fi, finalismo
Hare Krishna, e dando a dica enquanto aquele papagaio
Curupaca e implica
Com o carimbo positivo da ciência que aprova e classifica

O que é que a ciência tem?
Tem lápis de calcular
Que é mais que a ciência tem?
Borracha prá depois apagar
Você já foi ao espelho, nega?
Não?
Então vá!



Escrito por Poeta às 12h23
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Canetadas I

(reciclagem de coisas antigas da Pandora)

 

Um pretensioso dia

Uma despretensiosa caneta

Uma pretensiosa alma

Uma despretensiosa vida

 

Eis que ela surge

Eis que surge a poesia

 

Surge a incontrolável fúria

Dos descontrolados sentimentos

Aflorado de incontroláveis momentos

 

Qual momento é

O que escrevo

Mal sei às vezes

 

Mas isto me traz contentamento

Que a falta não sustento

E na vida não encontro

 

Poços de lamentos

Inundações de emoções

Lamúrias e suspiros

Há em todos corações

 

A diferença é que alguns só vivem

Outros simplesmente escrevem

Raros loucos fazem os dois...

Para só sofrer depois



Escrito por Poeta às 11h29
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Dança

(Pandora, fonte inegostável...)



Tem gente que dança espetacularmente

Vai, vem, sobe, desce, perna, braço, passo

Maravilha

 

Tem gente que brinca de dançar

Olha, ri, pula, salta, pisa e é pisado

Sempre engraçado.

 

Tem gente tímida que nem arrisca

Senta, olha, desvia, levanta, senta, levanta, cansa

Marasmo

 

Tem gente que dança tresloucada

Dá sempre três pulos ao quadrado por segundo

Só espanta.

 

Acontece que a dança da vida

É salsa, é rock, é samba, é tango,

É choro, é reggae é funk, é mambo

É jazz, é axé, é blues, é valsa...

 

E cada momento é um ritmo diferente

E cada pessoa é uma canção diferente

E é preciso sempre

Dançar conforme a música

 

Na trilha sonora da vida...

Ou se dança

Ou se busca o ritmo

Ou se cai



Escrito por Poeta às 11h23
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Past, past, pasts

(Leinad Ateop)

 

 

Portraits always show pasts

That we want to remember

Memories often show pasts

That we want to surrender

Suffering never show pasts

That we want to believe



Escrito por Poeta às 11h22
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Fuck

(Leinad Ateop)

 

 

Sex is easy

Hard are the human relations

Everybody loves to fuck

Almost nobody fuck right

Because people are never happy

With the fucking relationships

 

Come on, fuck people

Why do people get in love?

Why do people marry?

We are animals!

And animals have instincts

 

Feelings are awesome

But also prejudice

Cause the more we feel

The less we fuck



Escrito por Poeta às 11h14
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What do we want?

(Leinad Ateop)


 

Walking by the sea

Everything light will be

Walking around buildings

Heaviness you’ll see

 

Simply would be…

Spending days fishing

Hard will be…

Spending days working

 

Money we all want

But we never know the price

Of reaching our desires

What do we want?



Escrito por Poeta às 11h05
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Living Poetically

(Leinad Ateop)




What is the sense of poetry?

Many of you can suggest

I have mine

Yours can be my guest

 

Suffering

Laughing

Crying

Shouting

 

All is put together

Inside the pot of the heart

And then through the blood

Feelings reach your hands

 

But who can explain

The reaction of a brain

When by reading

You live everything again



Escrito por Poeta às 10h57
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Beer, whiskey and wine

(Leinad Ateop)


 

Beer, whiskey and wine

They should be divine

All the time, I know

 

But also know that sometimes

They are the escapade I go

To meet all those things

That went out a long ago

 

Beer, whiskey and wine

Sometimes make me blue

Sometimes make me insane

 

But I know all the shame

Of being out of the nine

Or being completely alone



Escrito por Poeta às 10h43
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End

(Leinad Ateop)

 


If you feel the end is near

Let it end

There is no way

If it’s the end

 

Do not say it is my way

The way is over

And there is just the end

 

Yes, my friend, the end

Less Sinatra, more Doors

It is the way to go across



Escrito por Poeta às 10h32
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Accepting

(Leniad Ateop)



If I don’t believe in me

Who can I believe?

If trust is something strange

Who will trust me?

 

My words have no value

So empty will be yours

In this world everything changes

And always different we will be

 

The game of life has no contract

And people have no manual

Wake up dear fools

Yours days are yours rules



Escrito por Poeta às 03h26
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Goddamm Consciousness

(Leinad Ateop)



 

Is the end near?

I swear I don’t know

And there’s no know-how

Where should I go

 

Will I get there?

I expect I’ll do

But losing consciousness

I’ll never get through

 

If not a matter of time

Things seems a matter of a song

That never reaches

Her expected tongue

 

God, please tell me

If at last once more

I’ll feel me inside her

Or if I won't live anymore



Escrito por Poeta às 03h10
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Unaffordable

(de Leinad Atoep, estou apaixonado pela escrita deste cara!)

 


I suppose I am dieing

Everything is rotten or nonsense

All smells like custard

And I just can’t afford

 

It’s not only the fact of losing her

It’s a matter of losing me

I simply don’t know who I am

I simply don’t know why I cry

 

And if once I could live my past…

If only I could leave my past!

If only I could touch her

If once I could feel me

 

But I can not

I just can not

Simply I can not

 

I can not live

And I can not leave…

Dieing



Escrito por Poeta às 03h02
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Chupa, filha da puta!

(não costumo colocar coisas personalíssimas neste espaço, mas precisava desabafar essa!)

 


Aquela desgraçada, que eu pisava todo dia e ela ria, gargalhava da minha cara hoje se fodeu, tomou no cú gostoso.

 

Aquela figura arredondada, que me lembrava todo dia do meu trauma, desapareceu, foi pros quintos do inferno, pro mundo paralelo das coisas que caem – e a maldita olhou pra mim com uma cara de quem diz “ok, você venceu... batata frita”!

 

Ah, você se pergunta “do que este louco está falando”? Explico, com prazer. A rapariga que vive sob mim, que xingo, até cuspo às vezes, chama-se balança. A forma arredondada que a filha da puta me mostrava todo dia, há meses, era um 8, o EX primeiro número do meu peso. E pensar que há três meses era um 9, não seguido de 0 nem de 1, 2 ou 3...

 

7!!! Sim, 7. Ás 8 da manha estava lá meu 7. E com direito à IMC de dar inveja. Era de obesidade. Foi para sobrepeso. E agora PESO SAUDÁVEL! Adeus calças 50! Bem vindas 42... Adeus camisetas XL! Bem vindas queridas M. Que fase!...

 

(PS: hahahahahaha... que bizarro esse post!)



Escrito por Poeta às 13h54
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O mundo das coisas que caem

(a autoria é de Mariana Salomão Carrara e eu, sem pedir permissão, adaptei. Espero que a autora não fique brava por isso – se ela quiser eu retiro. O original está disponível em www.opm.blogger.com)

 


 

Sinto uma saudade estranha

Que vem de dentro

Grita por trás

E me chama lá na frente

Saudade das coisas que foram

E saudades das coisas que virão

 

Esfaqueia-me por todos os lados

E nunca sei dizer bem onde é que dói

Saudade do que não consegui

De todas as chances que eu perdi

Das oportunidades que não tive

 

Todas as pequenas coisas caíram ao chão

Nunca foram encontradas

Bombons, salgadinhos, brincos, pingentes, clipes

Tudo sumiu aos poucos e agora dá mais saudade

 

A mulher que cria minha

Sempre dá saudade

Porque eu quero mais e mais

Mas ela é outra das coisas que caíram

E foram para o mundo das coisas que caem

 

Lembro o rosto íntimo dizendo esse absurdo

Numa risada profunda

Vai chacoalhando tudo por dentro

E a gargalhada já me molha os olhos

E percebo que rio mesmo é de desespero

Confundi tudo

Era chorar o que eu queria, não rir

Procuro e procuro e não acho

As coisas que não voltam mais.

 

Quando me dou conta

Já perdi a aliança, o terço e os ponteiros

Os amigos, as festas e os músculos

 

Meu mundo é paralelo

A saudade me chama é de lá.



Escrito por Poeta às 16h08
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Ladies and Gentlemen, The Doors

(ok, a letra não é lá essas coisas, mas vale o som...)

 

 

 

Well, I've been down so Goddamn long
That it looks like up to me
Well, I've been down so very damn long
That it looks like up to me
Why don't one of you people
Come on and set me free

I said, warden, warden, warden
Won't you break your lock and key
Yes, come along here, mister
Come on and let the poor boy be

Baby, baby, baby
Won't you get down on your knees
Come on little darlin'
Come on and give your love to me, oh yes..

Well, I've been down so Goddamn long
That it looks like up to me
Well, I've been down so very damn long
That it looks like up to me

Come on, come on and set me free



Escrito por Poeta às 15h48
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Mãos dadas
(ainda na mesma viagem, não podia faltar C.D.A.!)

 

 

 

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.



Escrito por Poeta às 16h22
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Televisor Decrépito?

(sujeito a mutações)

 

 

Tem dias que fico com a impressão de ser uma televisão velha, daquelas de seletor redondo, que sempre são encostadas em algum canto inútil da casa.

 

Uma televisão obsoleta, que por ter o plug de antena em U, não pode nem ao mesmo receber TV a cabo, e se torna sem novidades – e ainda mais desinteressante.

 

Sinto que tenho o sinal fraco já, e por vezes oscilo, como quem quer apagar, numa imagem de cores tristes, que somem diante das vibrantes cores de qualquer Plasma da vida.

 

E o som então... o som que de sai de dentro das minhas caixas empoeiradas já viraram barulho diante do estéreo que as novas geringonças produzem.

 

A acessibilidade então parece piada. Meu seletor vive emperrando, enquanto os televisores novos, até mesmo os chineses mais vagabundos, são acessados por controle remoto.

 

No entanto... algo me conforta. Eu tenho na minha alma toda a nostalgia dos tempos áureos da televisão. Muita coisa que já mostrei jamais mostrarão de novo, ou sequer parecido.

 

Além disso, minha caixa é de madeira de lei. Se passar uma cera, brilho mais que qualquer outra. E com aquela alegria que plástico nenhum no mundo traz.

 

Por fim, ninguém teria dó de me arrancar o miolo e montar um vaso, fazer brotar vida em mim. Ficaria bonito, exótico - sou de madeira! Aqui os sentimentos afloram de verdade...



Escrito por Poeta às 00h41
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Happy New Old Sad Beatles Year

 

 

 

I look at you all
See the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps

I look at the floor
And I see it needs sweeping
Still my guitar gently weeps

I don't know why nobody told you
How to unfold your love
I don't know how someone controlled you
They bought and sold you

I look at the world
And I notice it's turning
While my guitar gently weeps

With every mistake
We must surely be learning
Still my guitar gently weeps

I Look at you all...

I don't know how you were diverted
You were perverted too
I don't know how you were inverted
No one alerted you

Look at you all
Still my guitar gently weeps



Escrito por Poeta às 00h03
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