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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


Trecho de E-mail, quase um “Diário”...

 

 

 

“Os “diversos” vestibulares que eu prestei (direito, zootecnia, medicina e jornalismo) eram meios de pensar sobre o que eu realmente queria fazer. Era a minha “canção”. A impressão que dava é que eu cantava para não cair no conformismo de não poder fazer tudo que eu queria. Mas conforme eu  “avancei” no direito, me acostumei cada vez mais com caminho que eu estava – e e ai que mora o perigo. Eu não sei se eu realmente “descobri que gosto” ou se gostei da idéia de já estar fazendo o curso, e que já estava com metade do caminho percorrido. Se for a segunda opção a certa, quem me ganhou foi a faculdade, e não eu que a ganhei. E como se fosse uma lavagem cerebral, que por ver e viver muito tempo junto, você acaba gostando...”

 

Algum outro franciscano de identifica?



Escrito por Poeta às 14h19
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Pós-Carnaval de anos atrás...


 

 

“Enfim, cá estou eu pensando sobre ela. Promessa de ser a mais misteriosa que já conheci. Sei que é bela. De alma. Sim, alma! Nada penso sobre o resto – rosto, libido, corpo, mão, jeito, beijo – pois nada conheço!

 

Como e difícil a entrada no século XXI! Conhecemos (e desconhecemos) pessoas (ao mesmo tempo) interessantes. Porém, nada (ou quase tudo) sabemos sobre elas.

 

Deus, me entenda, e me perdoe! Acredito até no “nada”? Sim, nada. Bom, talvez. Talvez, teoricamente, eu não saiba nada. Ou quase nada. Apenas a promessa.

 

Confusões...”

 

 

Alguém entendeu? Eu não.



Escrito por Poeta às 12h29
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Momento totalmente deplorável
(Deus, o que é isso? Livrai-nos do Malamém...)



 

Ele está aqui do meu lado e estamos ambos esperando eu cagar loucamente, porque não o faço há uma semana. Ele tirou a barba e deixou só um cavanhaque horroroso com um bigode ridículo. Ele está dizendo que vai bater uma punheta agora, mas na verdade ele só fala, não faz nada. Agora ele ficou bravo e disse que vai gozar na minha orelha. O pai dele chegou e ele guardou! Pronto, já voltou com a jeba enorme de fora... Ontem comi churros de goiabada. Tava meio amarguinha.



Escrito por Poeta às 12h29
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Lyrismo

 

 

Acabou nosso Carnaval

Ninguém ouve cantar canções

Ninguém passa mais brincando feliz

E nos corações

Saudades e cinzas foi o que restou

 

Pelas ruas o que se vê

E uma gente que nem se vê

Que nem se sorri, se beija e se abraça

E sai caminhando

Dançando e cantando cantigas de Amor

 

E no entanto e preciso cantar

Mais que nunca e preciso cantar

E preciso cantar e alegrar a cidade

 

A tristeza que a gente tem

Qualquer dia vai se acabar

Todos vão sorrir, voltou a esperança

E o povo que dança

Contente da vida, feliz a cantar

 

Por que são tantas coisas azuis

Ha tão grandes promessas de luz

Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

 

Quem me dera viver pra ver

E brincar outros Carnavais

Com a beleza dos velhos Carnavais

 

Que marchas tão lindas

E o povo cantando seu canto de paz

Seu canto de paz



Escrito por Poeta às 11h56
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Beauvoir...

 

 

Nos períodos difíceis de minha vida, rabiscar frases - ainda que nunca venham a ser lidas por ninguém - traz o mesmo reconforto que a reza para quem tem fé: através da linguagem ultrapasso meu caso particular, comungo com toda a humanidade.


Toda dor dilacera; mas o que a torna intolerável é que quem a sente tem a impressão de estar separado do resto do mundo; partilhada, ela ao menos deixa de ser um exílio.


Não é por deleite, por exibicionismo, por provocação que muitas vezes os escritores relatam experiências terríveis ou desoladoras: por intermédio das palavras, eles as universalizam e permitem que os leitores conheçam, em seus sofrimentos individuais, os consolos da fraternidade.



Escrito por Poeta às 08h42
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