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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


A Razão do Tempo

(é, AnCCFAeS, tive de excluir, diante de pedido, e contra minha vontade, o post anterior. E nem, sequer, posso falar contigo! Mamis mandou eu acato!!!!!!!!! Mas, sabe, até queria saber o que achas agora. Êita ingratidão! E viva o Bufão... E morra a falta de exatidã!!!. Se bão ou não existe??????? Eita trem Doidão o teu, ôuuuu! Fui com ele...)

 

 

A que ponto chega o ser humano

Quão complexas podem ser suas (in)verdades

Como tão reais são suas mentiras

 

Como conseguem enganar tanto a realidade

A ponto de realidade os enganos se tornarem

 

Vivem vidas múltiplas, vidas estranhas, desconexas

E o ponto de convergência é o próprio desencontro

Com maestria manipulado, criteriosamente gerado

Para atender às próprias e inebriantes não verdades

 

O ser humano valoriza o ego e ele o quer criar

Com mentiras sempre, todo dia, a se procriar

Ganha na vida os que contam as maiores mentiras

Acontece que a vida de mentira também é

 

Menina, menino, vivam suas vidas

Vivam suas prazerosas mentiras

Só não se esqueçam que o tempo

Erode tudo um pouco a cada dia



Escrito por Poeta às 22h33
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Triste, porém, Fim, Salve, Tom!

 

 

 

Tristeza não tem fim, felicidade sim
A felicidade é como a gota de orvalho
Numa pétala de flor
Brilha tranqüila, depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor


A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho, pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim, felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve, mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar


A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada, fale baixo por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor



Escrito por Poeta às 23h33
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