A Razão do Tempo
(é, AnCCFAeS, tive de excluir, diante de pedido, e contra minha vontade, o post anterior. E nem, sequer, posso falar contigo! Mamis mandou eu acato!!!!!!!!! Mas, sabe, até queria saber o que achas agora. Êita ingratidão! E viva o Bufão... E morra a falta de exatidã!!!. Se bão ou não existe??????? Eita trem Doidão o teu, ôuuuu! Fui com ele...)

A que ponto chega o ser humano
Quão complexas podem ser suas (in)verdades
Como tão reais são suas mentiras
Como conseguem enganar tanto a realidade
A ponto de realidade os enganos se tornarem
Vivem vidas múltiplas, vidas estranhas, desconexas
E o ponto de convergência é o próprio desencontro
Com maestria manipulado, criteriosamente gerado
Para atender às próprias e inebriantes não verdades
O ser humano valoriza o ego e ele o quer criar
Com mentiras sempre, todo dia, a se procriar
Ganha na vida os que contam as maiores mentiras
Acontece que a vida de mentira também é
Menina, menino, vivam suas vidas
Vivam suas prazerosas mentiras
Só não se esqueçam que o tempo
Erode tudo um pouco a cada dia
Escrito por Poeta às 22h33
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