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CANETADAS ENTRE CONHAQUES... Entre e beba A Vontade


Tango

 

 

Misteriosos sentimentos sem contento

A ostentosa angústia do querer chegar

Os profundos mares do esquecimento

Necessidade diária é o nele mergulhar

 

Tangos esquecidos alto tocam na viola

Fazem mundo em altos prantos derreter

Promissores encontros logo viram degola

Desabrochos de flores em triste fenecer

 

Logo um novo tango ferver o sangue faz

Embarca-se apaixonado na rica escultura

Canção pêlos prantos, momento perspicaz

Ardilosa e teimosa morta orgia da ternura

 

Findo enfim

Não só um tango a mais

Louco é, sim

Queimar o próprio cais



Escrito por Poeta às 16h53
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Vidro

 

 

 

Não sou de vidro

 

A luz por mim

Não passa sem ser absorvida

 

Não fico parado inerte

Enquanto tudo me vem à frente

Com as imagens atravessando o corpo

 

Entretanto...

Se me convencerem que sou

À primeira instabilidade estouro

E os afiados estilhaços vão machucar



Escrito por Poeta às 15h40
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Sinete da Moça e da Menina

 

 

 

A Menina tem tão pouco

Quando a Moça tinha tudo

Moça que me logrou louco

Menina que deixa mudo

 

Ela Moça nem disfarça

Seus caprichos tão insanos

E a Menina na desgraça

De só ter o que é mundano

 

Sem porquê a Moça ignora

Que queimara meus lençóis

A Menina sempre implora

Que eu lance meus anzóis

 

A cabeça a Moça entorta

Como o próprio Satanás

A Menina sempre enfeita

Esperando algo a mais

 

Moça eu quis parceria

E perdi pro teu espelho

Menina sem baixaria

Não mais fique de joelhos

 

Hoje Moça cheira a morte

Um desgosto tão doente

Menina tenha mais sorte

E me solte esta corrente

 

Eu me sinto Moça má

Com a Menina dedicada

Pensando se existirá

Outra Moça adocicada

 

Mas Moças eu já não quero

Nem tampouco uma Menina

Turbilhão me desespero

Já mais nada me fascina

 

Minha vida destroçada

Rasgou toda a Menina

Moça fria e ousada

Há de achar a tua sina

 

Qual o peso que carrego

De traído a trapaceiro

Menina tenha sossego

Moça viva o desespero

 

Sei que a Menina um dia

Vai ter Amor verdadeiro

E a Moça em agonia

Chorará em cativeiro



Escrito por Poeta às 15h38
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Soneto da Dissuasão

 

 

Era macia tela que sustenta

A vida varada qual treliça

Mataste a vã fome movediça

Amêndoa que a alma alimenta

 

Ontem aquecia qual pimenta

Que tal qual um sonho só atiça

Falsa valsa e caiu a promessa

Já a existência não agüenta

 

Eis que a vida virou desengano

E loucura tornou-se o destino

O inviável fez-se um capataz

 

Mentira ser um erro humano

No teu surto podre e mundano

Teus bueiros deixei lá atrás



Escrito por Poeta às 02h00
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