Soneto da Mulher-Menina-Moça

Menina, és a mulher vinda do vento
De sorriso dócil, longe sempre voa
És vida alegre, que sempre ri à toa
E me estremece mais que absinto
Doce ela vem e sempre me atordoa
Mulher, moça é pior que o labirinto
É até maior do que o por mim sinto
Pois só teu beijo já me desarrazoa
Crianças, a nossa vida hoje se refaz
Memórias, novas, nunca serão más
Menina, vivamos hoje a fogosa paz
Mulher, não olhemos nós para trás
Moça, sem você eu não sou capaz
Quem quer que vieste, que não vás...
Escrito por Poeta às 02h35
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